Sem sobra de
dúvida a maternidade, a paternidade, independente da configuração familiar, são
dádivas divinas que o Senhor da Vida nos permite experimentar para o progresso
seja o nosso, seja dos rebentos do lar. Seres que antes mesmo de nascerem já
alteram o padrão vibratório familiar, tornando o ambiente mais calmo, mais terno,
mais seguro, harmonioso enfim – apesar de que nem sempre os que por aqui
estejam, atendam as inspirações do momento, para a chegada deste viajante das
eras.
– Viajante da
eras?, perguntará o homem do mundo, já que a grande maioria ainda vinculam-se
ao conceito de que os que nascem por agora são tais como tabula rasa, uma folha
em branco que nunca lhe foi escrito nada, ou seja o ser individual que
preexistirá a morte nasce junto com o corpo, e isso para todos indistintamente!!!
Sendo assim todos nasceríamos uma só vez e tudo que aprendêssemos ou
realizássemos seria fruto do aprendizado de uma só vida, da vida.
Esta ideia é
uma explicação espiritualista para a questão da origem das almas, mais não
explica o “por que” da diversidade de gostos, de aptidões, de tendências, de
facilidades de aprendizado ou de realização neste ou naquele campo da vida, se
analisado dois filhos nascidos de um mesmo pai e de uma mesma mãe. Mais – ou
menos ainda, quando gêmeos univitelinos tem personalidades tão distintas, que às
vezes a única semelhança que há entre si é apenas a aparência idêntica.