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sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

A ESSÊNCIA DO HOMEM

Tudo que há no Universo possui uma essência, ou se preferir um princípio no qual com o caminhar do tempo desenvolve-se, torna-se complexo, passa a produzir efeitos perceptíveis que na maioria das vezes é o que nós admiramos por primeiro: meras conseqüências de uma causa...
Não é menos verdade que aos pouco começamos a desvendar a essência da matéria, estudando e compreendendo o átomo e suas propriedade, que era considerado até bem pouco tempo, como sendo a essência da matéria. Digo era, por que se sabe hoje que o Quark é a partícula que compõe os neutróns e protóns (integrantes do núcleo dos átomos), por conseqüência da matéria e suas variadas formas de aglomeração, quais sejam inorgânica – rochas, metais preciosos, substâncias diversas etc – ou orgânica – estruturas corpulares das plantas, das aves, dos peixes, dos mamíferos etc.
Nada de novo, se não fosse o fato de a pouco mais de 4 milhões de anos surgisse a espécie humana e sua “capacidade diferenciada de viver, sua ânsia de transformar, seu desejo de criar, sua inteligência de fazer”... Características estas que suscitou ao longo da história humana, e suscita ainda hoje a questão “O que nos diferencia dos outros seres do universo?” ou “Qual a essência do homem?”, pois já que a espécie humana é diferente, necessariamente algo em sua essência deve ser diferente, ou pelo menos em estado diferente de desenvolvimento.
Quanto a este questionamento, a filosofia especulava desde a Grécia Antiga, a religião apregoava desde a reunião dos primeiros clãs e a ciência que surgia para descortinar as leis da matéria e delinear seus métodos nos séculos XVII e XVIII, fatos como o Fenômeno das mesas girantes na Europa, e de Hydesville nos Estados Unidos da América, demonstravam a ação inteligente de forças até então não estudadas, seja por que ramo fosse do conhecimento.
Mais tarde submetidas a estudos profícuos e rigorosos (Willian Croks, León Denis, Gabriel Dellane, Prof. Denizard Rivail, dentre outros), estas forças demonstrariam não só um caráter inteligente, mas também personalidades, vontades, desejos, conhecimentos básicos ou profundos sobre os ramos do conhecimento, sentimentos, tal quais fossem seres humano. Esta força auto proclamou-se “Espírito”, ou melhor Espíritos, por que não eram apenas um, mais vários. Revelaram ainda já terem habitado a Terra quando na oportunidade possuíam um corpo orgânico da espécie humana.
Dessa forma, se assim podemos nos expressar, a humanidade teve sua primeira resposta baseada em observações e fatos concretos, sobre a essência do homem. De lá para cá as pesquisa que vem sendo desenvolvidas, sejam no campo da “Experiência de Quase Morte”, “Investigações sobre casos de reencarnação”, psicológicas tais como a “Terapia de Vidas Passadas”, corroboram afirmativamente, no sentido de que o Espírito é a essência do homem, fator primordial que nos diferencia dos demais animais, é o ser inteligente, que pensa, que sente, que deseja, que cria, que faz, e ainda mas, sobrevive após a morte do corpo físico.
Assim sendo, não haveria nenhum absurdo, em afirmar que eu e você não somos um corpo que possuímos um Espírito tendo assim por essência um princípio material, mas na verdade somos o próprio Espírito que temporariamente possuímos um corpo, sendo assim a essência dos efeitos inteligentes e características que nos diferenciam dos demais seres do Universo.
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